terça-feira, 22 de abril de 2008

Well I don't want to fill myself with hate like that(Bem, eu não quero me encher de ódio dessa maneira)You're prejudice just look at you(Você é preconceituoso, apenas olhe para si mesmo)You're prejudiced and you're gonna be judged too(Você é preconceituoso e será julgado também)You've taken your stance, you've split us apart(Você tomou uma posição, você nos separou)Let's see how many bad feelings you can start(Vamos ver quantos sentimentos ruins você consegue começar)Trying to make hatred seem real cool(Tentando fazer o ódio parecer muito legal)Keep talking those facts you come off the fool(Continue fazendo isso e você vai parer o tolo)You're prejudice just look at you(Você é preconceituoso, apenas olhe para si mesmo)You're prejudiced and you're gonna be judged too(Você é preconceituoso e será julgado também)We may be the same race but we're not the same (Podemos ser da mesma raça mas não somos iguais)You're cowards looking for someone else to blame(Vocês são covardes procurando alguem para culpar)And you're just a few cause most are too smart(E você são só alguns poucos, pois a maioria é mais esperta)To listen to all the shit that you start(Para ouvir as besteiras que você começou)

quinta-feira, 14 de fevereiro de 2008

Filho de uma família de aristocratas, começou seus trabalhos filosóficos após conhecer outro importante pensador grego: Sócrates. Platão tornou-se seguidor e discípulo de Sócrates. Em 387 a.C, fundou a Academia, uma escola de filosofia com o propósito de recuperar e desenvolver as idéias e pensamentos socráticos. Convidado pelo rei Dionísio, passou um bom tempo em Siracusa, ensinando filosofia na corte.

Pra Platão, existem dois mundos, ou apenas um dividido em dois: O mundo físico que é onde vivemos e onde o fluxo é constante (tudo muda) e a realidade é relativa e o mundo das idéias onde tudo é constante e real. As formas são os resultados das idéias no mundo, de forma a manter a ordem.

Além disso, ele definia dois tipos de conhecimento: a opinião e o conhecimento. As afirmações feitas com relação ao mundo físico seriam opiniões, mesmo que tivessem suporte da lógica ou da ciência. Ele dizia que o conhecimento era derivado da razão, e não da experiência. De acordo com ele, só teríamos conhecimento das formas através da razão. Desse pensamento surgiu a Epistemologia.

Platão afirma que as formas têm uma realidade que vai muito além do mundo físico, por causa de sua perfeição assim como sua estabilidade. O mundo físico imita as formas, porem, graças a suas constantes mudanças, nunca alcançam a perfeição.

A sua teoria também pode ser aplicada a conceitos como beleza, justiça e bondade. Uma pessoa é bela ou justa se existem algo nela que lembre a forma do belo ou justo, presente no mundo das idéias. De acordo com ele, o amor no mundo das idéias é perfeito, daí a expressão “Amor Platônico”.

Platão valorizava os métodos de debate e conversação como formas de alcançar o conhecimento. De acordo com Platão, os alunos deveriam descobrir as coisas superando os problemas impostos pela vida. A educação deveria funcionar como forma de desenvolver o homem moral. A educação deveria dedicar esforços para o desenvolvimento intelectual e físico dos alunos. Aulas de retórica, debates, educação musical, geometria, astronomia e educação militar. Para os alunos de classes menos favorecidas, Platão dizia que deveriam buscar em trabalho a partir dos 13 anos de idade. Afirmava também que a educação da mulher deveria ser a mesma educação aplicada aos homens.

quinta-feira, 25 de outubro de 2007

The Main Character Pt 1

The Main Characters:

Paul – 16 – All Seasons.
Dramatic Arch: Drugs, Violence, Sex, Sarah

Sarah – 16 – All Seasons
Dramatic Arch: Drugs, Violence, Sex, Paul, Seth

Matt – 16 – Three Seasons
Dramatic Arch: Father relationship, Anna problems, Die hit by a car

Seth – 17 – All Seasons
Dramatic Arch: Sarah, Violence

Luke – 16 – Two Seasons
Dramatic Arch: Financial Problems, Suicide

Tony – 17 – Three Seasons
Dramatic Arch: Sickness, Jennifer, Death

Anna – 16 – All Seasons
Dramatic Arch: Relationship with Matt and his father

Jennifer – 18 – All Seasons
Dramatic Arch: Anti Depressives, Abused by Father, Tony

Robbie – 16 – Three Season
Dramatic Arch: Homossexual, Teacher, Quincy, Beaten to Death

Quincy – 17 – Two Seasons
Dramatic Arch: Homossexual, Kendra, Robbie, Travel Away

Kendra – 17 – All Seasons
Dramatic Arch: Quincy, Virginity, Travel Away

Eddie – 17 – Three Seasons
Dramatic Arch: Violence, Kill Matt and Robbie, Jail

SUBJECTS MISSING: AIDS, Pregnancy

sexta-feira, 19 de outubro de 2007

Today

Tears look bright
In shades of heaven
Or the blue moon light
In the Garden of Eden

Adam and Eve cried together
And prayed for the future
To last forever

Ohhh
I don’t wanna know
What will comes next
But think of now
And think of how
Let’s sin the night away
Just think about today

Wiseman said
Tomorrow will never come
Today is never done
While we remember the things
We left unsaid

And Ohhh
I don’t wanna fight
The words came out this way
And I never meant to hurt you
Why can’t you say
All those things you felt that day
And we could end this night
However you feel like

Ohhhh
Let’s sin the night away
Let’s sing for today

terça-feira, 28 de agosto de 2007

Notas sobre um Escândalo


O ano passado foi um ano de grandes atuações. É possível dizer que foi um dos melhores do novo milênio. No Oscar, vinte atuações memoráveis, e mais umas dezenas ficaram de fora. E, mesmo no meio de tantas atuações boas, Notas Sobre um Escândalo conseguiu pegar duas das vinte indicações.

Judi Dech já é figura marcada em qualquer premiação; uma das melhores atrizes da atualidade, a veterana inglesa (Engraçado notar que a maioria das grandes atrizes é da pequena ilha britânica) domina qualquer filme que apareça, e dessa vez achou alguém para queimar a tela em conjunto. Cate Blanchett faz o papel de Sheba Hart, professora nova em uma escola publica de Londres. Jovem e sensual, ela atrai a atenção de todos na escola, inclusive a da professora sênior Bárbara (Dench) que se interessa pelo fascínio que ela parece causar em todos. Bárbara escreve todos os seus segredos e confissões em seu pequeno caderno e não os revela para mais ninguém. “Todos confiam seu segredo a mim, mas a quem devo confiar os meus?” Diz ela logo no começo do filme. Conforme Bárbara e Sheba vão virando amigas, a primeira começa a se apaixonar pela jovem professora. Os comentários dela ao longo do filme dão a entender que Bárbara não só é lésbica como ainda é virgem (“...Tão cronicamente intocada...” ) e já tivera um relacionamento com uma ex-professora.

Tudo vai abaixo quando Bárbara descobre que Sheba vem se relacionando com Steven (Andrew Simpson), um estudante de 15 anos. No começo ela pretende entregar Sheba para as autoridades, mas enquanto escuta a outra confessar vê isso como uma maneira de tirar proveito.

É difícil escolher a melhor das duas atuações, já que as duas estão brilhantes. Blachett traz uma tristeza sutil para Sheba, que ela tenta esconder pela fachada de sua família – um dos melhores lados do filme. A família de Sheba é longe de ser perfeita. Ela se casou – ironicamente – com um professor muito mais velho que ela (Bill Nighy, numa atuação excelente), tem uma filha que vive se desentendendo com o namorado e um filho com síndrome de down, mas parece amar a todos da mesma maneira, enquanto Bárbara olha para eles com desprezo. Desprezo, por sinal, é um dos sentimentos que mais se vê em Bárbara, que consegue a confiança de todos aqueles de que se aproxima com sua amabilidade.

No final, Notas Sobre um Escândalo é um ótimo filme, realista, sério, humanista e profundo. Um dos que reuniu o maior numero de boas atuações do ano, e que merece ser assistido e refletido.

Nota Final: 8.5

quarta-feira, 22 de agosto de 2007

Cidadão Kane


Pode uma palavra sozinha, definir a vida de um homem? Se muitos dizem que não, a de Charles Foster Kane pôde. Toda a vida do genial magnata da imprensa foi reduzida a uma palavra, a primeira do filme, e a ultima de Kane: Rosebud. Depois da morte de Charles, o significado da palavra permanece oculto para o mundo. É Rosebud que guia o filme: Um repórter e designado para conhecer toda a vida do magnata para descobrir o significado de sua derradeira palavra.

Considerado pelo American Film Institute como o maior filme de todos os tempos, Cidadão Kane foi obviamente subestimado na época do seu lançamento, e Orson Welles, roteirista, produtor, diretor e ator principal do filme ganhou apenas o premio de melhor roteiro original. Mas premiações nunca atrapalharam nenhum filme, e não conseguem atrapalhar esse. Kane foi brilhantemente dirigido, e fez coisas que na época pareciam impossíveis. Os ousados ângulos de câmera de Welles foram os pioneiros de certos estilos, como, por exemplo, mostrar o teto em cenas internas. Ele queria que Kane fosse filmado por câmeras rebaixadas, de maneira que, se os equipamentos de filmagem ficassem no lugar do teto, a cena seria impossível. Ele foi simples, cobriu o lugar com o um pano e colocou o material por cima, deixando o teto ligeiramente mais baixo do que deveria. A decisão de fotografar Kane por baixo teve sentido: Ele queria realçar o poder dele, mostrando-o como alguém grandioso e influente.

A câmera é um personagem do filme. Seu trabalho é fundamental, e suas jogadas podem parecer imperceptíveis, porem perfeitas. Na hora em que a fotografia mergulha por uma clarabóia direto para o rosto desolado de uma das amantes de Kane, Welles passou de uma maquete para o estúdio sem perder o foco da câmera, o que fez o mundo acreditar que aquele mergulho era real.

Charles Foster Kane era, antes de tudo, um homem brilhante. Depois de ter sido afastado de casa, ele fica rico no ramo de jornais e se torna um dos homens mais ricos do mundo. Porem, ele acredita ter mais poder sobre sua vida e a dos outros do que realmente tem. Ele se casa apenas por achar que pode fazer a mulher ser um sucesso, porem falha miseravelmente. Em uma única cena ele mostra o adorável começo do casamento deles, em torno de uma mesa, até os indiferentes jantares no final da relação. Ele constrói um teatro apenas para que a nem um pouco talentosa Susan Alexander (Dorothy Comingore) possa se apresentar. No final do seu primeiro espetáculo, as pessoas que a assistiam aplaudem de maneira quase robótica, mas a câmera da uma guinada e nos leva até Kane, parado imponente no seu camarote, que se levanta e começa a aplaudir com mais força e vontade do que todo mundo, de maneira desafiadora.

A cena final é cruelmente interessante. Depois de passar o filme todo procurando o significado da ultima palavra de Charles, Jedediah Leland (Joseph Cotten, que só é mostrado de costas ou em um perfil mal iluminado) se encontra na casa de Kane em Xanadu, e desiste de achar a resposta para a palavra. Ele se retira, mas a câmera continua. Ela se movimenta sobre os móveis da casa, prontos para serem queimados, todos empilhados, e começa a descer para cima de um, que é pego e jogado no fogo. E no meio das chamas, prestes a se perder para sempre, é possível de ler claramente no trenó que pertencera a Kane na sua problemática infância, a palavra que ele escolhera para terminar sua vida: Rosebud.

Na verdade, Cidadão Kane nunca diz o que significado essa palavra. Ele mostra o que ela é, mas não diz seu significado. Pode ser o nome de alguém da família, de um lugar especial, ou até mesmo de algum amor antigo. Mas quando é possível ler Rosebud, na derradeira cena final, nós sabemos que o seu significado esta acima do filme, ela simplesmente estava lá o tempo todo, pairando acima de nós e rindo. Rindo da busca do mundo para descobrir o significado de uma palavra que não queria dizer nada.


Nota Final: 9.5

sábado, 18 de agosto de 2007

Um Estranho No Ninho






Em 1975, Jack Nicholson já tinha quatro indicações ao Oscar, por Easy Riders, Cada um Vive Como Quer, Chinatown e A Ultima Missão. Sua presença na cerimônia de 1976 não foi nenhuma surpresa, e sua vitória, mais normal ainda.

Até hoje, pouquíssimas atuações superam a de Nicholson em Um Estranho No Ninho. Ele é tão natural, tão verdadeiro que o personagem parecia estar tomando conta. Na verdade, o elenco inteiro é um deleite. Foi o filme que lançou a carreira de vários atores como Danny DeVitto, Christopher Lloyd e Brad Dourif (Até então um garoto promissor). Seus papéis são pequenos, porem cada um deles é fundamental para o filme. A história se centra em um hospício, onde se passa quase todo o filme. Randle Patrick McMurphy (Nicholson) é um prisioneiro que simula insanidade para escapar do trabalho, e é mandado para um hospício. Ele acredita estar sendo inteligente, fugindo da prisão para um lugar muito mais calmo. A esperteza de Patrick é desmentida pela enfermeira Ratched (Louise Fletcher, também vencedora do Oscar) que controla a instituição com uma tirania ditadora.

Patrick é um homem diferente de todos que os interno conheciam. Ele não aceita as ordens impostas para tentar dominá-lo. Quando a enfermeira o pede para tomar uma pílula que ele acreditava desnecessária, Patrick recusa-se a tomar. Então Ratched, com uma calma cruel, afirma: “Bem, se o Senhor McMurphy não quer tomar seus remédios por via oral, tenho certeza que podemos arranjar outro jeito”. Logo fica claro para todos o que ela quer, inclusive para Patrick, que pega a pílula e segura na boca até ter distancia suficiente para cuspi-la fora. Todos ao seu redor parecem surpresos por sua atitude e Randle os ridiculariza.

A enfermeira Ratched é, na minha opinião e da dos críticos do American Film Institute, a mais perversa de todos os vilões de cinema. Atualmente, os vilões são assassinos em série que matam adolescentes seminuas, e mesmo depois do fim do filme você ainda não percebeu crueldade neles. A enfermeira-chefe é desumana, ela é como o diabo vestindo roupas de hospital. Ela oprime Patrick, tenta transformá-lo em um prisioneiro. E é sobre isso que o filme trata principalmente; a busca pela liberdade, tanto como física como de expressão.

De certa forma, todos aquele estão em busca de liberdade. Em certa altura do filme, Patrick consegue escapar com um ônibus cheio de internos, e, ao invés de procurar fugir do país ou coisa assim, ele pega sua namorada (Mews Small) e parte para uma pescaria. A cena é tão brilhante que merece uma atenção especial. Todos os internos estão lá, ao alto mar, sem ninguém para cuidar deles, Patrick os ensina a pescar e exclama para um deles: “Você não é um idiota! Você não é um maldito lunático agora, garoto! Você é um pescador!”. E você pode perceber, que nesse momento, eles estão mais felizes do que jamais estiveram.

Patrick é um personagem incrível. Assim que ele chega no lugar, ele encontra um índio enorme que, logo o informam, é surdo e mudo. Mais tarde, ele está na quadra de basquete e começa a conversar com o índio, que todos chamam de Chefe, e ensiná-lo a jogar basquete. Ao ver as tentativas de Patrick de ensinar o surdo a jogar basquete um guarda se aproxima e diz “Do que adianta? Ele é surdo”. E ele responde: “Então não vai fazer mal nenhum”. Por fim, o Chefe aprende a jogar e quando os presos começam a jogar contra os guardas, é clara a alegria deles e o desprezo dos guardas.

Apesar de tudo, mas especial do que o filme propriamente dito, foi a história de sua produção. Kirk Douglas queria adaptar o livro de Ken Kesey para o cinema, depois de representá-lo nos teatros por poucos meses. Porém encontrou diversos problemas no caminho, como a falta de um produtor interessado. Muitos anos depois, quando o filme estava preste a cair no esquecimento, Michael Douglas, filho de Kirk pegou o roteiro e decidiu o levar adiante. Como Kirk estava muito velho para o papel, Michael teve que ir atrás de um elenco diferente do programado e começou convidado James Caan para fazer o papel principal. Hoje eu penso que erro teria sido, se Caan tivesse pegado o papel. Ele é, indubitavelmente, um ótimo ator; mas seu estilo durão não se encaixaria no papel como o espírito jovial e brincalhão de Nicholson. Por fim, com Fletcher escalada para fazer a vilã, o filme começou a filmagem, que demorou, sofreu alguns problemas com o tempo, mas conseguiu lançar na data programada.

Milos Forman estreeou no cinema com vinte e oito anos, em 1960, com o filme tchecoslovaco Lanterna Magika II, porém, Um Estranho No Ninho foi seu primeiro filme de sucesso. Sucesso tão merecido que foi laureado com o Oscar de melhor diretor. Esse filme parece ser o filme que melhor caracteriza o espírito que ele impõe em suas produções. Em todas suas produções seguintes, de Hair até O Mundo de Andy, seus personagens principais sempre se encontrar, de certa maneira, distantes e excluídos da sociedade. Em Amadeus, F. Murray Abraham se sente culpado pela morte de Mozart e tenta se suicidar. Em O Povo Contra Larry Flint, Woody Harrelson é extremamente criticado e provocado por ter lançado a primeira revista pornográfica do mundo. E, é claro, temo Randle McMurphy. Ele é totalmente contrariado e humilhado na instituição, mas não deixa que os enfermeiros o tornem um prisioneiro. Ele é livre, e quer mostrar a liberdade para os outros.

De toda a carreira de Nicholson, ele nunca conseguiu uma atuação mais realista do que a do seu primeiro Oscar. Sua representação em Melhor é Impossível, assim como em As Confissões de Schmidt, é esplêndida. Mas muito provavelmente ele não conseguira atingir o ponto que ele toca em Um Estranho No Ninho de novo.

Eu não acredito que esse filme irá durar muito tempo. A batalha de Patrick, que se demonstra tão ganha no final do filme, por liberdade é inspiradora, mas na vida real, parece ter perdido lugar para os ideais da enfermeira Ratched. Infelizmente as próximas gerações não vão ter lugar para Um Estranho No Ninho assim como não terão para Easy Riders ou qualquer filme que demonstre um ideal perdido. Os personagens de Henry Fonda e Dennis Hopper em Easy Riders não tem um destino marcado e seguem o estilo de vida que eles achavam certo, se drogando e fazendo sexo com mulheres diferentes. A idéia de sexo e drogas livres, hoje já foi abolida e Easy Rider já não tem mais sentido para que não vivenciou aquela época. Mas se existe uma esperança para Um Estranho No Ninho, está naquelas pessoas que, mesmo depois de tanto tempo, ainda confiam nas idéias que o filme prega. Mas uma vez que Um Estranho No Ninho começa a fazer efeito na pessoa que o viu, o filme já conseguiu seu lugar para ser lembrado pela sua beleza, inteligência e curiosa satisfação por conseguir existir com tamanha perfeição. E a uma vez vivenciada esta experiência, você entenderá o verdadeiro significado de liberdade. Esse é o efeito que Um Estranho No Ninho deve ter sobre as pessoas. Conquistar o seu lugar e nunca mais sair dali.



Nota Final: 10,0